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Reflexões da Nova Era

Reflexões da Nova Era

Por Adriana Magalhães | 06/02/2017

Categoria: Mercado Imobiliário

Pergunto-me sobre os grandes desafios do nosso tempo... Um deles, certamente, é estar produzindo e conectado na internet o máximo possível, mas sem prejudicar nossa sobriedade e sensibilidade em relação ao que a vida tem de simples, humano e fraterno.

Com tantas informações, muitas vezes parece que a humanidade perdeu o seu eixo, que a vida perdeu o sentido, que o mundo está caótico. Mas basta pararmos um pouco no meio da turbulência, respirar fundo e olhar algo ou alguém que nos transmite paz, para percebermos que temos algo a mais por que viver. Daí, tudo volta a ter seu real valor.

Na realidade, acredito que estamos entrando numa era de conectividade total, onde computadores e celulares interligarão de forma audaciosa tudo o que existe na Terra, no que foi denominado ‘a internet das coisas’.

A internet se consolidou como uma revolução planetária e o mundo todo está conectado. O Brasil é considerado um dos principais países do mundo no uso do Facebook. Apesar de sempre existirem dúvidas se se conseguirá manter seu sucesso, o FB inclui na sua base de dados dois importantes aplicativos: WhatsApp e Instagram e, por isso, é considerado hoje a maior rede social do mundo, com quase 2 bilhões de usuários ativos mensais. Portanto, seja negando a realidade, colocando em risco a verdade ou enfatizando os princípios da crueldade, da beleza ou da simplicidade, as pessoas estão presentes nas redes sociais, e isso traz para o mundo corporativo algo que realmente pode ser explorado para o bem de todos e sucesso das grandes organizações, das médias ou pequenas empresas e dos profissionais liberais. 

Daí a importância de estarmos atentos aos chamados “micromomentos” do cliente internauta, quando ele quer um atendimento imediato que poderá ser convertido em negócio realizado. É o momento do encantamento e a oportunidade de criar relacionamento profissional. 

Na web, velocidade e tecnologia andam juntas, mas, muito mais que isso, precisamos nos conectar com nossos clientes de forma sistemática, não robótica, e que seja, ao mesmo tempo, inteligente e sensível ao desejo individual de cada um deles. Podemos, se ele permitir, inclusive, ser “amigos de Facebook” para conhecer mais de suas expectativas e desejos, pois ele compartilha isso com o mundo e precisamos conhecê-lo e saber o que ele “curte” para podermos ser mais assertivos nas escolhas que faremos para atendê-lo.

Conhecendo bem o mercado e mantendo um relacionamento estreito com os clientes é que poderemos gerenciar as expectativas e informações para a realização de um sonho e/ou de um bom investimento imobiliário, pois lidamos sempre com essas duas questões. E o nosso objetivo e competência enquanto intermediadores é satisfazer os clientes, trazendo soluções para os dois pontos cruciais das negociações imobiliária: o aspecto pessoal e o aspecto financeiro.

Como tudo hoje passa por um crivo social extremamente impactante, já as pessoas em geral se expõem muito, entro na outra vertente do meio virtual, numa visão macro, já que chamou muito a minha atenção os assuntos expostos nas redes sociais e grupos de WhatsApp da semana...

Em Belo Horizonte: um dos seus melhores e tradicionais restaurantes/café é ameaçado de boicote, depois de ser acusado de acobertar situação vivida entre seus funcionários; uma advogada conceituada, auditora de renome, surta numa loja de colchão num shopping, depois de ter sido frustrada numa solicitação comercial, quebrando computadores e instalações.

No Brasil: a ex-primeira dama Marisa Letícia morre, vítima de um aneurisma depois de tratamento pago pelo povo, no hospital mais caro do Brasil; Eike Batista dá entrevista politicamente correta e fica careca, sem peruca, quando é preso pela Polícia Federal, num dos desdobramentos da Operação Lava Jato; sua ex-esposa, Luma de Oliveira, uma das mulheres mais lindas do Brasil, aparece com as pernas marcadas pela celulite e seu filho volta a ser citado como o ‘anti’ super-herói Thor; repórter do Grupo Globo usa rede social para relatar ataque de xenofobia nas ruas dos Estados Unidos; o país atravessa a sua pior recessão econômica e uma crise na política sem precedentes.

No mundo: além dos diversos conflitos étnicos e religiosos, o presidente americano Donald Trump demite a procuradora-geral porque esta se recusou a defender a ordem presidencial contra a imigração, que considerou ilegal; jovens suecos transmitem estupro coletivo ao vivo pelo Facebook, etc.

São situações inusitadas e alarmantes, mas o que realmente surpreende é que tudo vira piada neste país. Não estamos nem um pouco felizes, mas rimos das nossas próprias desgraças. Brincar ou não levar a sério as mais relevantes questões faz parte da cultura brasileira. A velocidade e as trocas de informações incrementam a exposição dos fatos e das pessoas. Tudo “viraliza” com um poder impressionante! Cultua-se a falta de respeito e a agressão à ética. Há uma grande banalização dos crimes contra a honra. A forma cruel e desumana como está sendo apresentada e comentada cada uma das situações elencadas acima pode ser considerada pavorosa se encarada dentro dos padrões racionais de consciência coletiva historicamente conhecidos.

Por outro lado, chegam a ser inocentes ou piegas alguns desejos de um bom dia, as orações e felicitações pelos aniversários, dias dos amigos, as declarações de amor, as dores de uma traição, etc.

Portanto, escolher como utilizar as ferramentas que a internet e a conectividade proporcionam é uma opção pessoal. Há muitas possibilidades. A única certeza é que o momento atual requer um pouco mais de reflexão e bom senso.

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